Com patrocínio pontual do Banco da Amazônia e muito talento, Adriele Marcela bate mais recordes na natação

Adriele Marcela da Cruz Cordeiro fez história novamente. Entre os dias 17 a 19 de julho de 2025, ocorreu a 35° edição do Troféu Dr. Milton Medeiros, em Fortaleza/CE, e a atleta amazonense quebrou novos recordes na natação juvenil.

(Fotos: Arquivo Pessoal)

No total, foram 7 recordes contabilizados no Torneio Interfederativo Norte – Nordeste, sendo duas conquistas na categoria juvenil do Campeonato e cinco nos estaduais. No juvenil subiu ao pódio nas provas de 800 e 1.500 livre. Venceu no primeiro ano que Adriele participa da categoria.

Nos estaduais, quebrou recordes absolutos nas provas de 200, 800, 1.500 livre, 200 e 400 medley. Quebrou recorde que vinha desde 2001 no campeonato. E ainda, Adriele, representante do Amazonas, conquistou o troféu de índice técnico no campeonato, com  a performance conseguida na prova de 200 m livre.

– Foram muitas provas que tive de competir para ajudar a equipe e isso faz parte, mas acaba sendo muito desgastante e, ainda não estou no melhor da minha preparação, mas os tempos conseguidos, sobretudo nos 200 e 800 livre, me deixaram muito feliz e motivada para conseguir grandes resultados, ainda nesta temporada – declarou Adriele Marcela.

Desde que começou na natação, a atleta conta com muito talento e um patrocínio pontual e importante do Banco da Amazônia. O banco arca com todas as despesas da Atleta, como traje, óculos, passagens e hospedagem, que são de grade ajuda para uma atleta de Alto Rendimento como Adriele Marcela. Com a ajuda pontual do banco, a jovem amazonense consegue obter grandes resultados e quebra de recordes em todos os campeonatos de natação que vem participando.

(Fotos: Divulgação / Arquivo Pessoal)

Com apoio de patrocinadores cruciais, Adriele Marcela conquista dez medalhas no brasileiro de natação

A jovem promessa manauara na natação fez bonito mais uma vez no Brasileiro Infantil da modalidade. Adriele Marcela, de 14 anos, segue conquistando medalhas por onde disputa, e na última competição brasileira de 2024, voltou para casa com 10 medalhas na mala. Em Vitória-ES, a atleta medalhou em todas as provas que disputou, sendo seis ouros, uma de prata e três de bronze, no Brasileiro que ocorreu entre 11 e 17 de novembro.

APOIO CRUCIAL DOS PATROCINADORES

Fora o apoio dos pais e da família, Adriele tem seus importantes patrocinadores. É federada pelo Flamengo, do Rio de Janeiro e patrocinada pela Escola Idaam e pelo Banco da Amazônia. Os patrocínios ajudam nos treinamentos, despesas e claro, nas conquistas da jovem atleta amazonense. Mesmo federada pelo Flamengo, Adriele segue treinando em Manaus. E mesmo com estruturas de locais diferentes, a atleta segue conquistando bons resultados em todas as competições que disputa.

Os brasileiros acontecem pelo menos duas vezes ao ano, e Adriele sempre volta para casa com pelo menos cinco medalhas na bagagem. Ter apoio é crucial para que o atleta possa dar o seu melhor, ter o seu melhor desempenho nas provas.

Não tem como competir com Sul e Sudeste, com a estrutura que tem lá… E uma amazonense fazer tudo isso…– destacou a mãe de Adriele, Jacinete Cordeiro.

As vitórias nas provas aumentaram suas conquistas. Agora Marcela é tetracampeã do Brasileiro nas provas de 400 e 800 metros livre, tricampeã nos 200 e 1.500 metros livre e nos 400m medley. A representante de Manaus e do Flamengo levou o ouro no revezamento 4x200m livre, além de junto com seus companheiros de time, levou o bronze no 4x100m livre e 4x100m medley. E pra fechar, conquistou a prata nos 200m nado costas.

SE DESPEDINDO DO INFANTIL

Se preparando para a última competição de 2024 e na modalidade infantil, Adriele vai disputar o Jogos Desportivos Sul-Americano no início de dezembro. Representando o Amazonas na Seleção Brasileira de Natação, a jovem atleta vai nadar nas provas dos 400m Livre e 200m medley, provas que é especialista e deve vir muitas medalhas.

Em 2025, Adriele vai mudar de categoria na natação. Vai sair do infantil e entrar no juvenil. Com 14 anos conquistou muitas coisas na categoria, mais de 30 pódios na carreira e se despede com 10 medalhas no brasileiro, ainda podendo vir mais no Sul-Americano.

Meu último Brasileiro como infantil foi o melhor para mim, de todos. Não esperava tudo isso. Nadei 10 provas e subi 10 vezes ao pódio. Saio dessa competição feliz, tenho muito para melhorar e vou melhorar, se Deus quiser – disse Adriele após conquistas na competição.

Adriele e suas conquistas no brasileiro de natação (Foto: Arquivo Pessoal)

ÚLTIMO DESAFIO DO ANO

Fechando o ano de 2024, Adriele vai disputar provas fora do Brasil. Os Jogos Desportivos Sul-Americanos vai ocorrer na Colômbia, no começo de dezembro. É promessas de novas medalhas, nas prova dos 400m Livre e 200m medley. 

Fotos: Arquivo Pessoal

Com Banco da Amazônia como patrocinador, Adriele Marcela conquista medalhas e bate recordes no Amazonense de Natação

Mais medalhas para a conta de Adriele! Prodígio da natação amazonense e brasileira, a atleta bateu três recordes no Campeonato Estadual de Natação do Amazonas, além de faturar mais medalhas.

Adriele disputando o amazonense (Foto: Divulgação/Barbara Cristina/Arquivo Pessoal de Adriele)

Adriele Marcela da Cruz Cordeiro vem chamando a atenção por suas conquistas. Em 2023, aos 12 anos, conquistou sete medalhas em competição realizada em Bauru, São Paulo. Foram três medalhas de ouro, mais três de prata e uma de bronze, além de ter mais de 60 vitórias em competições da modalidade esportiva.

Nas primeiras competições de 2024, disputou provas no SESI e nadou 100 Livre, 200 Livre e 200 Medley batendo recorde na competição, além da disputa dos 800 Livre.

No início do mês de maio, Adriele bateu os recordes no Estadual Amazonense no 200 Borboleta, 200 Costas e 400 Livre.

Adriele e suas conquistas (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)

Mais recordes quebrados e conquistas para a atleta que com a parceria do Banco da Amazônia, atual grande patrocinador, pode e vai chegar bem mais alto. Em quatro anos de carreira, Adriele vem somando tantas conquistas, que em breve, em Salvador, deve trazer mais medalhas para o Amazonas.

Com o Banco da Amazônia ajudando nas despesas de compras de trajes tecnológicos, óculos profissionais e consultas com Nutricionistas Quiropata, a atleta está se preparando bem para disputar em junho, de 11 a 15, para o Brasileiro de Natação, que acontecerá em Salvador, Bahia.

Adriele e Banco da Amazônia, grande parceira para mais conquistas no esporte (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)

A expectativa é alta para medalhas. No seu primeiro brasileiro, em 2023, conquistou 15 medalhas, sendo 9 de Ouros e 4 de Pratas e 1 de Bronze.

Adriele, atleta prodígio do Amazonas na natação (Foto: Divulgação/Barbara Cristina/Arquivo Pessoal de Adriele)

Em última partida antes da Copa, Brasil vence Tunísia jogando um bom futebol na França

O Brasil venceu a Tunísia na tarde desta terça-feira (27), em Amistoso no Parque dos Príncipes, na França. Aplicou uma goleada por 5×1, com gols de Rafinha (2x), Richarlison, Neymar e Pedro. Montassar Talbi balançou as redes para a Tunísia. Esse amistoso foi o último jogo da Seleção Brasileira antes do início da Copa do Mundo, em novembro, no Qatar.

MELHORES MOMENTOS DO JOGO

O jogo começou bem movimentado, com o Brasil rondando a área do adversário. Não demorou muito para sair o primeiro gol do Brasa. Rafinha abriu o placar aos 11 minutos da etapa inicial. Mas aos 18 minutos, veio o empate da Tunísia com Montassar Talbi. O placar nem ficou tanto tempo empatado, já que um minuto depois, Richarlison virou a partida para o Brasil.

O Brasil seguia mandando na partida, com mais finalizações que a Seleção Tunisiana, mas o adversário dava mais trabalho que o último adversário do Brasil, na semana passada, no 3×0 sobre a Gana. A Tunísia jogava bem, mas parava na boa organização da Seleção Brasileira em campo. Aos 29, o árbitro marcou pênalti, Neymar bateu preciso no canto esquerdo do goleiro Dahmen, fazendo 3×1 na partida.

Ainda no primeiro tempo deu para fazer mais um gol. Rafinha balançou as redes novamente, agora aos 40 minutos, ampliando o placar, 4×1 no Parque dos Príncipes para o Brasil na primeira etapa, que ainda deu tempo para expulsão. Por falta muito dura em Neymar, o árbitro expulsou Dylan Bronn pela falta.

O segundo tempo começou morno, mas com o Brasil tendo o domínio da partida. Apesar disso, a Tunísia não recuava, seguia jogando. Com um a menos em campo, tinha dificuldades para levar perigo ao gol de Alison. O quinto gol do Brasil veio do banco. Com as substituições no segundo tempo, Pedro entrou em campo, ampliou a goleada do Brasa, 5×1 no último amistoso da Seleção Brasileira antes da Copa do Mundo do Qatar.

COPA DO MUNDO

A Copa do Mundo começa no dia 20 de novembro, com o duelo entre Qatar e Equador, abrindo os trabalhos. O Brasil estreia no dia 24, contra a Sérvia, às 16h (de Brasília). A Seleção Brasileira está no Grupo G, com a Sérvia, Camarões e Suíça.

A busca pela sexta estrela na camisa do Brasa, inicia no começo de novembro. O técnico Tite fará a convocação dos 26 jogadores que irão ao Qatar no dia 7 de novembro. Mas antes, em 21 de outubro, o Tite entregará para a FIFA, uma lista com 55 nomes, sendo assim, uma pré-lista antes da convocação final.

Depois disso, o Brasil se apresentará no dia 14 de novembro, na Itália, iniciando a concentração. Jogadores e comissão técnica ficarão no centro de treinamento da Juventus até dia 19, quando viaja em definitivo para Doha, no Qatar.

PRIMEIROS JOGOS DO BRASIL NA COPA

  • 1ª rodada – 24/11: Brasil x Sérvia
  • 2ª rodada – 28/11: Brasil x Suíça
  • 3ª rodada – 2/12: Camarões x Brasil

Antes do jogo contra a Tunísia, o Brasil entrou com uma faixa repudiando os atos de racismo, e na hora do hino, havia uma tarja em cima das estrelas no casaco da Seleção, simbolizando que, sem os jogadores negros, não teríamos as cinco estrelas na camisa do Brasil.

Foto: Divulgação/Itaú

Durante o jogo, após o segundo gol do Brasil, que foi do Richarlison, uma banana foi arremessada em campo, pela torcida da Tunísia.

Sigamos bailando, lutando contra o racismo. Baila BRASIL!

BAILA BRASA!

(Foto de capa: Divulgação)

Histórico das Olímpiadas destacando vários aspectos que rondam os jogos

Para uma atividade da pós-graduação, a professora pediu que respondessemos algumas perguntas relacionadas aos Jogos Olímpicos. Fiz a atividade e achei interessante em divulgar o que escrevi. Foi uma relação sobre geopolítica, recursos para os atletas, momentos históricos e análises.

A atividade foi responder essas perguntas: Faça um resumo sobre o surgimento das olimpíadas contextualizando sua importância geopolítica. Relacione os países que já sediaram os jogos.
Quais as principais conquistas do Brasil nos jogos olímpicos desde que o país
começou a participar da competição?
Faça um resumo dos principais fatos que marcaram as olimpíadas de 2016 realizadas no Rio de Janeiro, destacando: qual foi o resultado de medalhas para o Brasil e qual o legado deixado para a cidade e o país.
Faça uma análise sobre os investimentos públicos e privados nos esportes olímpicos e o que seria necessário para que o Brasil pudesse ter maior destaque nas modalidades esportivas das quais participa
.

O maior evento esportivo do mundo são as Olímpiadas. Criadas a mais de dois mil anos, ou pelos menos a partir de 776 a.c, ano em que os atletas vencedores começaram a ter seus nomes registrados na Grécia antiga. Em constante guerra, houve um acordo, uma trégua entre os reis do país, para que houvesse paz entre os jogos, pelo menos. Assim vem a importância da Geopolítica. Havia relações de poder diferentes entre os estados da Grécia, mas em função dos jogos, deixaram de lado qualquer coisa para sediar os jogos e ter um pouco de paz entre os povos. É isso que até hoje os Jogos Olímpicos frisa e busca continuar passando, paz entre os povos. 

A primeira Olímpiada da Era Moderna foi em Atenas, lá em 1896. Foram atletas de cerca de 14 países e 241 atletas. Uma correlação entre os jogos de 1896 e os de Tóquio em 2021 são os números de participantes. Neste ano, foram 203 países participantes. Muitos países levam um número maior de atletas, como os Estados Unidos que levaram cerca de 613 atletas, o Brasil levou 302. Há uma grande mudança. Os jogos englobaram vários continentes e seus atletas. Claro que tiveram países com um ou dois competidores, mas a cada quatro anos, os números aumentam. Tem também os atletas refugiados, que são selecionados pelo COI para participar dos jogos, foram 35 atletas. 

Os Jogos Olímpicos também não são só flores. Há conflitos em vários países, e isso foi sentido durante os jogos. Sabemos que em 1916, 1940 e 1944, os jogos foram interrompidos por causa das Guerras Mundiais. E quem não lembra do que ocorreu na Vila Olímpica em 1972, quando atletas israelenses foram mortos por atiradores palestinos. Os atletas foram homenageados na cerimônia de abertura em Tóquio, em 2021. Outro episódio que ocorreu nessa Olímpiada, foi a desistência de um atleta Argelino no Judô. O atleta da Argélia, Ferthi Nourine se recusou a lutar contra o Israelense Tohar Butbul por causa de conflitos políticos entre a Argélia e Israel. Localizada no norte da África, a Argélia é um país árabe, onde o governo não reconhece o estado de Israel, assim como outros países de maioria islâmica. E essa não foi a primeira vez nos jogos que isso ocorre. Em 2016, no Rio de Janeiro quando um judoca do Egito se recusou a cumprimentar um Israelense, Or Sasson após a luta. 

Um detalhe relacionando as Olímpidas com a geopolítica ou o poder dos estados. Os Estados Unidos fizeram seu próprio quadro de medalhas quando viram que a China liderava o quadro após quatro dias de disputas no Japão. Essa é uma polêmica que vem sempre ocorrendo. E isso se dá pois, o COI coloca na frente o país que tem mais medalhas de ouro, já a imprensa americana gosta de colocar o total de medalhas. Em Pequim, a polêmica ganhou força devido à rivalidade com a China. Pelos critérios do COI, os asiáticos “venceram” o evento, com 48 ouros, contra 36 dos Estados Unidos. Já pelo total de pódios, a ordem foi inversa (112 a 100).

Já foram realizados 32 Olímpiadas, em diversos países. Relacionando eles, o país que sediou mais jogos foram os Estados Unidos com quatro eventos realizados. E o país é maior ganhador de medalhas nos jogos, são mais de dois mil. China não está tão longe desse número. O Brasil sediou o evento pela primeira vez em 2016. Notasse que só “países desenvolvidos” sediam os jogos. A maioria dos países da Europa, junto com os Estados Unidos e Brasil, representando as Américas. Austrália, Coreia do Sul, China e Japão entram nessa lista. Exemplos de Portugal, África, Israel, Argentina, México, dentre outros, nunca sediaram Olímpiadas, mas Pan-Americanos já. 

A maior conquista do Brasil em Olímpiadas foi dar destaque às mulheres. Em 2016 209 mulheres entre 465 atletas nos jogos do Rio, um salto muito grande em comparação a Londres e em Los Angeles em 1932, onde só uma mulher estava na delegação brasileira. Sobre medalhas, em Tóquio, as mulheres deram show e ganharam mais medalhas que os homens. No skate, no judo, na vela, nas águas. Elas subiram ao pódio nove vezes nas Olímpidas de 2021, em 2016, no Rio, foram cinco vezes. Outra conquista do Brasil em Olímpidas foi em relação aos números de medalhas, neste ano no Japão, o país bateu o recorde feito em 2016, onde conquistou em casa, 19 medalhas. Em Tóquio foram 21 medalhas, sendo sete de ouro, seis de prata e oito de bronze. 

Um dos principais fatos que ocorreram na Olímpiada do Rio em 2016 foi o recorde batido pelo Time Brasil nas medalhas, que foi superado em Tóquio. Além das reformas e construções de arenas esportivas que sediaram as provas e jogos. O Parque Olímpico que é cuidado e aproveitado até hoje, não tanto como deveria, mas é. O Parque Aquático por exemplo, teve suas piscinas removidas e levada para vários estados brasileiros. Outro momento marcante da Rio 2016, foi que na cerimônia de abertura foram dados plantas para serem plantadas, e assim foi criada a Floresta dos Atletas. Demorou o plantio, mas em dezembro de 2019 as mudas finalmente foram plantadas, cerca de 13.724 mudas plantadas no Parque Radical de Deodoro. 

Esse foi um lindo legado que a Olímpiada deixou para o país, mas os governantes precisam cuidar, para que dê certo. Sobre as medalhas, o Brasil conquistou 19 medalhas, sendo sete ouros, seis pratas e seis bronzes. Terminando assim na 12 colocação no quadro geral de medalhas. Outros destaques foram as conquistas dos atletas brasileiros. O ouro Olímpico no futebol masculino finalmente veio após as cobranças de pênaltis contra a Alemanha no Maracanã. O ouro incrível do Thiago Braz no salto com vara. A despedida do fenômeno das águas, Michael Phelps, que se aposentou na piscina do Rio de Janeiro. A fenomenal Simone Biles na ginástica. O Isaquias Queiroz, que fez história no Rio, e em Tóquio também, nas provas da Canoagem. Momentos históricos e lindos ocorreram em 2016, e certeza que foram lembrados enquanto aconteciam os Jogos Olímpicos de Tóquio alguns dias atrás. 

Apesar do recorde de medalhas batido em Tóquio dos atletas brasileiros, ainda faltam mais investimentos nos atletas para o país virar potência nos esportes. Muitos atletas que participaram dos jogos, fazem parte do bolsa atleta, mas mesmo assim precisam de mais oportunidades, assim como as pessoas que não fazem parte da bolsa. Judô é um esporte tradicional nos jogos e no Brasil, mas vemos atletas nos semáforos pedindo dinheiro para pagar viagens, hospedagem e comida quando precisar ir para outro país ou cidades para competirem. Os jogos de Tóquio trouxeram medalhas inéditas para o Brasil, no judô, skate, surf, maratona aquática, tênis. Sem contar nas participações em outras modalidades esportivas. 

Então imagina se os recursos e investimentos fossem feitos da maneira correta aos atletas. Com lugares adequados para treinar, patrocínios e etc. Muitas pessoas falaram sobre esse assunto durante as Olímpiadas na redes sociais. Sobre não haver investimento nos atletas, mas quando eles participam ou ganham medalhas nos jogos, os “poderosos” querem ir lá cumprimentar o atleta e tirar foto. Quero deixar registrado aqui também, sobre as Paralímpiadas. Atletas com deficiências trazem muitas medalhas para o Brasil, mas não são tão reconhecidos por isso e pelos seus feitos. A mídia faz a maior cobertura nas Olímpiadas, tudo passa na TV, sempre tem notícia, tudo ao vivo. Mas nas Paralímpiadas não é assim. 

Nos jogos de Tóquio que vão começar dia 24 de agosto, os canais que passaram as Olímpiadas, não vão passar provas das Paralímpiadas ao vivo, não vai ter aquele alvoroço que teve algumas semanas atrás. Acho um desrespeito com os atletas. Falam que não transmitem os jogos pois a audiência é menor e não vale a pena. E isso não acontece só em Jogos Paralímpicos. Em Parapan-Americanos, Jogos Paralímpicos de Inverno também acontece isso. Dão mais ênfase para os Olímpicos desses eventos. E os recursos de atletas paralímpicos também são escassos. Infelizmente a situação é essa, mas parece que para Paris em 2024 isso pode mudar para melhor. O apoio aos atletas pode crescer, e é isso que precisa acontecer.

Foto de capa: COI/Divulgação

Brasil disputa uma das vagas para as Olimpíadas no Pré-Olímpico de Handebol que começa nesta sexta

Com o objetivo de carimbar o passaporte para Tóquio, a Seleção Brasileira masculina de Handebol disputa o Pré-Olímpico da modalidade entre os dias 12 à 14 de março em Montenegro. De olho nas Olimpíadas, o Brasil disputa uma das vagas contra Noruega, Chile e Coreia do Sul. Joga na estreia contra a Noruega, na sexta (12) às 16h (horário de Brasília). No sábado, às 13h30 encara a Coreia do Sul, e no mesmo horário do domingo, encerra contra o Chile.

A transmissão da competição para o país, fica a cargo do Canal Olímpico do Brasil, que será a única plataforma que transmitirá o Pré-Olímpico no país. E no Canal Olímpico ainda terá as transmissões do Campeonato Sul-americano de Remo, nos dias 9 e 10, e o Campeonato Brasileiro de Wrestling no domingo (14).

Os 20 convocados pelo técnico Marcus Tatá para a disputa do Pré-Olímpico

Goleiro

César Almeida “Bombom”, Leonardo Terçariol “Ferrugem”, Rangel Rosa.

Ponta direita

Fábio Chiuffa e Rudolph Hackbarth.

Lateral direita

Gustavo Rodrigues e Arthur William Pereira.

Central

Henrique Teixeira, João Pedro da Silva e Pedro Pacheco.

Lateral esquerda

Haniel Langaro, José Luciano da Silva, Leonardo Dutra, Thiago Ponciano e Thiagus Petrus.

Ponta esquerda

Felipe Borges e Guilherme Torriani.

Pivô

Rogério Moraes, Vinícius Teixeira e Alenxadro Pozzer “Tchê”.

(Foto de capa: CBHb – Olimpiada todo dia)

Libertadores Feminina começa nesta sexta-feira; veja os confrontos da 1ª rodada

A Copa Libertadores Feminina 2020 começará nesta sexta (05) na Argentina. Devido a Pandemia da Covid-19, a 12º edição da Libertadores 2020 foi adiada e acontecerá neste mês de março de 2021. São 16 clubes divididos em 4 grupos de quatro times. O Brasil tem três clubes representantes, o Corinthians (atual campeão), Ferroviária e Avaí/Kindermann. Os outros clubes são: Santiago Morning, Universidad de Chile, Boca Juniors, River Plate, Santa Fé, América de Cali, El Nacional, Libertad Limpeño, Sol de América, Club Universitário, Peñarol, Deportivo Trópico e Atlérico SC.

O grupo A é composto por: Corinthians, América de Calo, El Nacional e Club Universitário. Grupo B: Boca Juniors, Avaí/Kindermann, Desportivo Trópico e Santiago Morning. No grupo C temos: Atlético SC, River Plate, Sol de América e Santa Fé. No grupo D: Ferroviária, Peñarol, Libertad Limpeño e Universidad de Chile.

O Brasil é o país que tem mais títulos da Libertadores Feminina. São 8 conquistas em 11 edições. Corinthians é o atual campeão e é um dos soberanos na competição, tem dois títulos. O Santos foi o primeiro campeão, em 2009, e bicampeão em 2010. A Ferroviária também entra nesse quadro de soberania brasileira. Outros resultados importantes de clubes brasileiros. O Foz Cataratas já foi vice campeão e o terceiro lugar em 2012 e 2013, além do Iranduba da Amazônia, que conquistou a terceira colocação em 2018.

O Regulamento da Libertadores de 2020 segue as mesmas regras da última edição. Os primeiros e segundos colocados de cada grupo da fase de grupos, se classificam para as quartas de final. As partidas são em jogos únicos, sem prorrogação em caso de empate, vai direto para os pênaltis. A final está marcada para 21 de março de 2021.

Jogos – 1ª rodada (pelo horário de Brasília)

Sexta (05) às 17h

Corinthians x El Nacional

Desportivo Trópico x Avaí/Kindermann

Às 19h30

Boca Juniors x Santiago Morning

Club Universitário x América de Cali

Sábado (06) às 17h

Ferroviária x Libertad Limpeño

Santa Fé x Atlético SC

Às 19h30

River Plate x Sol de América

Peñarol x Universidad de Chile

  • Foto de capa: Bruno Teixeira / Corinthians)

4 anos da tragédia da Chape: Por onde andam os sobreviventes?

No dia 28 de novembro de 2016, o mundo do futebol foi abalado pelo acidente do Voo LaMia 2933 na Colômbia. E em 2020 faz quatro anos que o avião que levava a delegação da Chapecoense e jornalistas, caiu e matou 71 pessoas naquela fatídica noite. Ao longo desses anos, a Chape se reergueu, apesar de ter caído no Brasileirão do ano passado e esse ano está jogando a série B, o clube vai a cada dia, tentando superar as perdas, claro que nunca serão superadas, mas temos que seguir. E para voltar aos anos de glórias, a Chape é líder da série B e está encaminhando sua volta a elite do futebol brasileiro.

Sobre os sobreviventes do acidente, ao todo foram seis: os jogadores Neto, Alan Ruschel e Jackson Follmann, o jornalista Rafael Henzel e os tripulantes Ximena Suárez e Erwin Tumiri. O jornalista Rafael, após o acidente, continuou narrando os jogos do clube na rádio, mas em 2019 sofreu um infarto enquanto jogava bola com amigos e faleceu aos 45 anos. A tripulante Ximena escreveu um livro sobre o acidente, e voltou a trabalhar como comissária, já Erwin Tumiri é piloto particular atualmente.

Sobre os três jogadores sobreviventes, só um deles continua nos gramados. O lateral Alan Ruschel continua atuando. Ele foi o primeiro sobrevivente a ser resgatado, e sofreu várias lesões na coluna, mas foi o 1 a voltar aos gramados. Ano passado foi emprestado ao Goiás, mas voltou para a Chapecoense esse ano e é capitão da equipe. O Neto foi um dos que mais se machucou e sofreu, até que voltou a treinar com bola, mas nunca voltou a jogar profissionalmente, já que as dores que sentia eram muito fortes. Então decidiu pendurar as chuteiras aos 34 anos (ano passado), mas não abandonou o futebol, já que virou superintendente de futebol.

E Jackson Follman, que perdeu uma das pernas no acidente, não poderia mais exercer sua função como goleiro, mas seguiu no clube como embaixador. Neto e Follman são muito ligados na missão de ajudar as famílias que perderam seus entes queridos no acidente, e Follman segue sendo palestrante.

Se passaram quatro anos, mas a dor da perda, seja da família, dos amigos, dos torcedores da Chape ou dos apaixonados por futebol, continua muito forte. As vezes parece que a ficha não caiu, e que a tragédia não passou de um pequeno acidente, mas foi real, e o mundo do futebol perdeu 71 pessoas, entre jogadores, jornalistas, técnico, diretoria…

Ainda doí, e vai doer sempre!

SEMPRE LEMBRAREMOS OS GUERREIROS DA CHAPE!

VAAAAMOOOO VAAAAMOOO CHAPEEEEE!

#ForçaChape

Neto, Ruschel e Follman (Foto: Trivela.com)

Imagem de capa: Homenagens na Arena Condá (Foto: Agênciabrasil.com)

Fonte: Goal.com

Maradona: mais que um simples jogador de futebol

Neste dia 25 de novembro de 2020 vai ficar marcado na história como um dia triste para os Argentinos e os apaixonados por futebol. O mundo do futebol está de luto, pois perdemos um grande jogador, um ídolo, uma lenda. Diego Armando Maradona Franco morreu na tarde desta quarta (25) por causa de uma parada cardiorrespiratória em casa, na Argentina, em Tigre (Província de Buenos Aires) aos 60 anos, deixando o mundo triste.

Não perdemos só um jogador de futebol, não foi só a Argentina que perdeu alguém muito importante. Todos sentimos essa perda, de um ídolo do esporte, de uma lenda que ficará sempre na história. Maradona foi mais que um simples jogador, mostrou ao mundo a grande Argentina em 1986 e até hoje mostra que deixou sua marca. Ele é considerado um dos maiores jogadores do século XX, e polêmico também. Com sua personalidade forte é um grande personagem do futebol mundial.

Na Copa do Mundo de 1986 levou a Argentina para o topo do mundo, fez o “gol do século” na semifinal daquela Copa. “El Pibe de Oro também fez história no Napoli, onde ajudou a equipe a ganhar seus dois únicos títulos do Campeonato Italiano na década de 1980, e se igualando aos demais clubes da Itália. Maradona era um meia-atacante habilidoso, camisa 10 da Argentina, jogou em vários clubes, como: Sevilla, Boca Juniors, Barcelona, Napoli, Newell’s Old Boys, e em 95 voltou para o Boca, onde ficou até 2001. Como treinador, comandou alguns clubes, tais como: Textil Mandiyú, Racing, Al Wasl, Al-Fujairah, Dorados de Sinaloa e estava no Gimnasia y Esgrima desde 2019. Foram 583 jogos e 447 gols na carreira. Pela Seleção Argentina foram  91 jogos e 34 gols, de 1977 à 1994.

O velório de Maradona será na Casa Rosada, sede do governo Argentino. Os detalhes sobre o velório e a data do sepultamento ainda não foram divulgados, e também não sabemos ainda como será a despedida do ídolo Argentino, já que estamos numa Pandemia do Covid-19 e não pode ter aglomerações.

O MUNDO DO FUTEBOL ESTÁ DE LUTO, PERDEMOS UM IDOLO, UMA LENDA, E O CÉU GANHOU UMA LINDA ESTRELINHA!

ADEUS GRANDE EL PIBE DE ORO, DIEGO MARADONA!!!

Saiba mais sobre a carreira de Maradona:

https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/maradona-deixa-marca-de-genio-polemico-na-historia-do-futebol.ghtml

Veja a comoção na Argentina:

https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/fas-se-despedem-de-maradona-em-buenos-aires-e-napoles-veja-fotos.ghtml

Imagem de capa: Charge Peters do Maradona (Foto: Renato Peters – GloboEsporte.com)

Maradona ” El Pibe de Oro” (Foto: Esportesr7.com)
Adios LENDA! (Foto: Terra.com)

Semifinais da Copa do Brasil tem seus confrontos definidos

Na noite desta quarta (18) saiu os semifinalistas da Copa do Brasil 2020 após os jogos de volta das quartas de finais. Grêmio venceu o Cuiabá mais um vence, e avança de fase. O Palmeiras empatou com o Ceará, mas já tinha feito o dever de casa no jogo de ida, e avançou para as semifinais. O São Paulo tinha vantagem, mas mesmo assim e aplicou 3 à 0 em cima do Flamengo. Internacional e América foram para os pênaltis, deu Coelho e confusão no final.

O primeiro confronto do dia foi entre Grêmio e Cuiabá na Arena do Grêmio, onde o time da casa conquistou a classificação para a próxima fase, depois de vencer o Cuiabá por 2 à 0 com dois gols de Diego Souza. O Tricolor Gaúcho já tinha uma pequena vantagem sobre o adversário, pois venceu o jogo de ida por 2×1, então não teve tanta dificuldade para se classificar, apesar do Cuiabá fazer pressão.

No segundo jogo do dia, Ceará e Palmeiras se enfrentaram no Castelão e protagonizaram um jogo muito movimentado, com direito a golaço de letra do Raphael Veiga pro Verdão no final do primeiro tempo e um empate, amargo para o Vozão. 2 à 2 marcou o placar, e a classificação é do Palmeiras, que tinha vencido o jogo de ida por 3×0. Os gols foram marcados por Vinícius e Tiago Pagnussat para o Ceará, e Raphael Veiga fez os dois do time paulista.

No confronto entre Paulistas e Cariocas, deu paulista. O São Paulo abriu o placar logo no inicio do segundo tempo, com Luciano, autor do segundo gol também. Depois, para fechar o placar, Pablo fez o terceiro. Placar final, 3 à 0 São Paulo, Flamengo desclassificado.

E na partida entre América Mineiro e Internacional, a classificação veio nas cobranças de pênaltis. No final do segundo tempo, o Inter fez 1 x 0 com Yuri Alberto nos acréscimos, levando o jogo para ser decidido nas penalidades máximas, já que o América venceu o jogo de ida por 1×0. E deu 6 à 5 para o time mineiro, despachando o Inter. Teve empurrões no final da partida, mas não adianta nada, Coelho classificado.

Semifinais da Copa do Brasil 2020 definidas:

GRÊMIO x SÃO PAULO

PALMEIRAS x AMÉRICA MINEIRO

Imagens: (Foto: Sportbuzz.uol e Verdaoweb.com)

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